  
O Mestre dos Mares: O Lado Mais Distante da Terra
Dirigido por Peter Weir. Com: Russell Crowe, Paul Bettany, James D’Arcy, Edward Woodall, Max Pirkis, Jack Randall, Lee Ingleby e Billy Boyd.
Quem for ao cinema assistir a Mestre dos Mares com a expectativa de ver um filme de ação, repleto de efeitos visuais e pirotecnias, certamente ficará desapontado. Apesar de se passar durante as guerras napoleônicas e enfocar o confronto entre um navio inglês e outro francês, o longa se mostra muito mais interessado em retratar a vida dos marinheiros a bordo do H.M.S. Surprise, comandado pelo veterano capitão Jack Aubrey, do que nas batalhas propriamente ditas. Assim, em vez de passarmos duas horas mergulhados em explosões, tiros de canhão e duelos de espadas, somos apresentados aos tripulantes da embarcação britânica e ao cotidiano destes, incluindo suas tarefas diárias, seus procedimentos de treinamento, suas dificuldades, sacrifícios e, é claro, a camaradagem inigualável entre homens que passam boa parte de suas existências em alto-mar.
Adaptada por John Collee e Peter Weir a partir da série de livros publicada ao longo de 30 anos pelo escritor Patrick O’Brian, a trama tem início em 1805, quando o capitão Aubrey recebe instruções do almirantado britânico para interceptar o navio francês Acheron, que se encontra próximo à costa brasileira. Apesar de sua larga experiência e de sua história de sucessos (que lhe renderam o apelido de 'Jack Sortudo'), Aubrey é surpreendido pela superioridade da embarcação inimiga, que possui maior velocidade e resistência, além de mais tripulantes. Derrotado no primeiro confronto, o capitão Aubrey torna-se verdadeiramente obcecado em derrotar os franceses, passando a seguir o Acheron à procura da melhor oportunidade para tomá-lo – decisão que é encarada com reservas por seu melhor amigo e médico do navio, o racional Stephen Maturin.
Essa foi a sinópse do site Cinema em Cena: http://www.cinemaemcena.com.br/crit_editor_filme.asp?cod=1692
Fui ao cinema ver o Mestre dos Mares e não gostei do filme.
Acredito que faltou um pouco de ideal para a narrativa. Eu gostaria de saber um pouco mais sobre a guerra e ter um pouco mais de desafio para motivar as embarcações a se combaterem.
O Filme realmente fica muito nos tripulantes e falta um pouco de tempero. Não existe um clímax que te prenda.
Contudo não é um filme ruim, só não é o que parece ser.
Vale a pena conferir pela bela fotografia e realismo ao que se propõe o filme.
Inté...
Escrito por Diego Mestiço às 16h01
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